sábado, 20 de dezembro de 2008

De vez em quando

O vento passa... E me leva...
A saudade vem...
E como o vento eu passo...
Mesmo sabendo que de vez em quando o que eu mais queria era ficar...
Houve uma noite fria e escura...
E apesar de um dia eu te-la achada fria e sombria... Hoje eu me recordo com ternura...
Descobri que eu posso ser o vento... Basta eu acreditar...
E eu acredito...
Fernanda Camarim

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